domingo, 14 de novembro de 2010

Vitória da verdade, vitória da honestidade, vitória do esporte!

Parabéns ao alemão Vettel! Venceu o esporte acima de tudo, quer fosse ele, quer fosse o australiano Webber. Em hipótese alguma a vitória do espanhol Alonso seria justa para o mundo esportivo, mas quem disse que essa vida é justa.

A atitude da Ferrari, famosa por beneficiar determinados pilotos em detrimento de outros, mais uma vez deu mostras de como não se deve fazer no esporte. Manipular de forma maléfica não é nada legal para os tempos atuais. Que o diga Felipe Massa, impedido de vencer uma corrida justamente em dia especial para ele.

Bom, já falei isso em outros comentários. Alonso é sem dúvida alguma um dos melhores pilotos que já surgiram na Fórmula 1. Mas, vira e mexe, em sua carreira, tem fatos escusos de ajudas "extra-campo" o beneficiando.

Desta vez não deu para o espanhol. O jogo de equipe, tão pedido para não ser feito pela Ferrari, da mesma forma que tão aclamado para ser executado em favor de Webber, deu o título ao Vettel.

Muitos, inclusive eu, disseram que a Red Bull errou ao não dar ordem para que Vettel deixasse Webber ganhar o GP do Brasil, semana passada, pois o autraliano tinha mais chance de ser campeão.

O problema é que, caso isso tivesse sido feito, Alonso é quem teria sido campeão hoje, e não um dos pilotos da Red Bull. Pensem comigo, tudo é uma questão de matemática. Se Vettel terminasse em segundo, teria sete pontos a menos e assim não seria campeão hoje, mesmo vencendo a prova. Nem tão pouco Webber, que em nada se esforçou para ultrapassar Alonso na corrida de hoje.

Que bom que ele e Alonso perderam. Perdeu quem não soube ser honesto, quem não soube colocar em primeiro lugar o valor máximo do esporte, a verdade. Venceu quem realmente merecia!

Agora, pensem mais uma vez comigo, será que a equipe Red Bull, declarada parceira de Vettel, teria tido a mesma postura caso ele, o alemão, estivesse na frente do campeonato, assim como aconteceu em boa parte com Webber? Bom, as vezes as conveniência ajudam; e desta vez tudo deu certo para a equipe austriáca.

sábado, 13 de novembro de 2010

Parabéns meninas, vitória da raça!

Na vida é assim. Quanda nada funciona, tudo parece não dar certo, temos que colocar a força de vontade, vibração acima de tudo. Foi dessa forma que as meninas do vôlei brasileiro derrotaram as japonesas, donas da casa, na semifinal do Mundial, diputada nesta manhã, por 3 a 2, de virada.

O jogo brasileiro, apesar da vitória, não fluiu. O saque não estava bom, o bloqueio pouco funcionou, e a defesa, até por isso tudo, não tinha consistência. Então, me pergunto, como vencer assim? Já disse, a superação em determinados momentos do set fizeram com que as meninas do Brasil se aproximassem um pouco do seu verdadeiro voleibol e assim superassem o adversário.

Contra a Rússia, amanhã, sou mais Brasil. O oponente tem um jogo parecido com o nosso. Forte no ataque, mas pouco consistente na defesa, coisa que o Brasil tem de diferencial. E no vôlei é assim. Se as bolas caem com certa frequência, a alto-confiança melhora. Tudo isso ajuda na hora de colocar em prática aquilo que foi treinado.

Vai lá Brasil. Deixa de lado a ansiedade que atrapalhou nas duas primeiras partidas e no jogo de hoje. Enfim, o título antes inédito poderá ser nosso.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Só no futebol brasileiro

Tem coisas q a gente pensa só existirem no futebol brasileiro. É o caso por exemplo do treinador do Grêmio (RS), Silas. De que adiantou ele ganhar o título gaúcho nesta temporada, ou ser apontado como um dos melhores técnicos da nova safra? Não podemos esquecer que ele foi eleito o treinador revelação do Campeonato Brasileiro no ano passado.

Agora, só porque o time gremista passa por uma fase de turbulências que já estão querendo a saída dele. Será que isso é profissionalismo? Como que se pode trabalhar em um mercado desses? O pior é quando a cobrança e até mesmo a ameaça vem de dirigentes do clube; fato esse que está acontecendo com o Silas.

Na verdade certas coisas acontecem porque existem outros interesses que nunca são divulgados para a torcida. Não porque a imprensa esportiva não queira. Simplesmente porque eles não encobertos de todas as formas.

Diante disso, o torcedor, aquele que vai a campo, passa chuva, sol, sereno, e outras coisas em estádios que em nada dignificam o carinho que temos pelos clubes, é o único que sai como o principal prejudicado.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Problema à frente

O que está acontecendo na Seleção Brasileira é algo extremamente preoculpante. Em diversos comentários que já fiz expus os vários problemas que podem acontecer durante a estada do selecionado brasileiro na África do Sul devido a guerra declarada entre o técnico Dunga e alguns membros da imprensa nacional.

Está faltando bom senso em ambas as partes. Dunga tem o direito de querer reservar os jogadores e pelo que parece todos os atletas apóiam isso. Como também o técnico ter a palavra final sobre o que vai acontecer no dia-a-dia deles é o mínimo que alguém espera. Portanto, qualquer tipo de exclusividade para entrevista tem que passar por ele.

Dunga só erra quando não consegue ser diplomático ao lidar com essas coisas. Xingar jornalistas não vai ajudá-lo em nada. Até porque existesm interesses por trás disso tudo. Sendo assim, formadores de opinião que também representam interesses das empresas a quem servem podem tornar a vida do treinador em algo insurportável.

E nesse contexto é que mora o problema. Os jogadores terem a sua concentração abalada por causa de rusgas que nada têm a ver com eles. Isso já está acontecendo. Quando o Kaká é interpelado sobre tais questionamentos ele acaba se envolvendo. Sem falar na pressão que cada um desses atletas também sofre por parte dos seus patrocinadores individuais. Eles têm que aparecer nas câmeras para justificar as altas quantias que recebem.

É lógico que fatos como esse não podem ser deixados de lado pela imprensa. É o nosso papel fazer isso. Afinal, é de interesse público. A solução seria não deixar que tais acontecimentos surgissem. Desta forma, se eles não existem, não poderam ser comentados.

Apesar de não demonstrar um futebol brilhante, a Seleção Brasileira tem tudo para conquistar a Copa deste ano. Pela forma como atua, com um bom padrão tático, rápido contra-ataque e alguns jogadores que em determinadas situações resolvem individualmente, o Brasil é sem dúvida alguma um favorito paupável.

Também é verdade que os recentes problemas entre a comissão técnica e a imprensa poderão colocar tudo isso a perder. Tomara que eu esteja errado. Ou que tudo isso possar ser contornado da melhor forma possível.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Decepção!

Chega a ser desastrosa a campanha das seleções que representam o continente africano na Copa do Mundo desta temporada. Até agora, dos cinco países que estão atuando, apenas Gana conseguiu vencer. Também é o único que ainda está invicto. Uma vitória e um empate.

Camarões, do atacante Eto'o já está eliminado; perdeu os dois jogos que disputou. Argélia, Costa do Marfim e África do Sul têm poucas possibilidades de classificação. E a Nigéria, que desde a Copa dos EUA era temida nessa competição, depende de uma combinação improvável de resultados para conseguir chegar às oitavas-de-final.

O futebol é mesmo interessante. Justo na copa que estar acontecendo na África que as seleções desse país fazem uma de suas piores participações. Más, essa mesma improbabilidade que está jogando contra pode jogar a favor. Até porque, nada impede que a África do Sul vença de goleada a frágil França; e saia um vencedor entre Uruguai e México.

Como também que Costa do Marfim derrote com boa margem de gols o selecionado da Coréia do Norte. Aliado a isso o Brasil tem que vencer Portugal.

Caso aconteça esses e outros resultados, poderemos ver no mínimo dois africanos na fase seguinte.

Calma capitão!

Mesmo quem não é nenhum expert em jornalismo já percebeu que essa guerra entre o treinador da Seleção Brasileira de futebol, Dunga, e demais companheiros de profissão é algo extremamente desnecessário.

Existem erros entre ambas as partes. Da parte de Dunga pelo fato dele não conseguir direcionar para as pessoas certas seus desabafos. É bom que se diga que o recalco do nosso técnico não é de hoje. Vem desde os tempos que ainda era um jogador.

Também não podemos esquecer que é comum, seja em qualquer lugar do mundo, que a imprensa seja utilizada para atingir um ou outro profissional que está envolvido em esportes que mexem com a comoção nacional.

Já está na hora de alguém do alto escalão, tanto da CBF, como de qualquer empresa de comunicação que tenha abrangência nacional, tentar resolver esse problema. Seria prejudicial se isso começasse a atingir os jogadores durante a Copa da África.

E o Maradona?

Ainda não entendo por que a imprensa esportiva do Brasil dá tanta importância para as coisas que o técnico e ex-jogador da Argentina, Diego Maradona, fala.

Apesar de ter sido um dos melhores atletas de todos os tempos (dentro de campo), esse cidadão nunca foi exemplo para niguém fora dele. E o pior é que parece não ter mudado muito, mesmo com a idade que já tem.

Sempre que pode, Maradona ridiculariza o futebol nacional; quando não o faz atingindo diretamente um ou outro jogador do nosso pais. Não vejo nenhum profissional brasileiro, ou ex, fazendo isso com um argentino.

Fica a pergunta: por que Maradona é assim conosco? E a outra é: por que não deixamos esse cidadão fora das nossas manchetes? Tenho certeza que esse seria o melhor merecimento para ele.

Diante disso, pouco me importa o que ele acha do Brasil, ou do gol de Luiz Fabiano e até mesmo se a seleção que ele treina vai ou não avançar nas fases seguintes da Copa da África.